Iniciando com a afirmativa de que o desejo de ser feliz é inerente ao ser humano, Raul disserta a respeito do conceito psicológico
de felicidade, em excepcional convite ao aprendizado para ser feliz.
Viver no mundo sem ser do mundo, a felicidade aparente e real, a felicidade como responsabilidade individual, são outros enfoques
nessa proposta de administração do sofrimento, do que seja felicidade plena em um mundo relativo e de não se projetar a felicidade para o futuro,
mas vivê-la no presente. Tudo, tendo como Modelo e Guia, o Mestre de Nazaré, Jesus.