Nesta obra o Autor oferece-nos à meditação seus judiciosos comentários às parábolas do Evangelho.
Jesus - o maior educador que o mundo já conheceu - freqüentemente se servia das narrações alegóricas em suas confabulações com o povo, por julgá-las mais apropriadas à semeadura da Boa Nova.
Desfilam ante nossas olhos, explicadas à luz do Espiritismo, inúmeras parábolas, tais como a do bom samaritano, a de Lázaro e mau rico, a do farizeu e do publicano, a do semeador, a do trigo e do joio, a do grão de mostarda, a do tesouro escondido, a da rede, a da figueira estéril, a da dracma perdida, a do filho pródigo, a das virgens, e tantas outras.
Em casa parábola, a "alma" ou lição moral que a narrativa sugere, sobressai em toda a sua verdade, força e beleza, e evidencia que os ensinamentos de Jesus, transmitidos há dois mil anos, continuam dando resposta às indagações, inquietações e angústias dos tempos presentes.