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    Roma Na Luz do Anoitecer

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    • Nesse meio tempo o apóstolo Pedro Chega a Roma, causando uma movimentação eufórica entre os cristãos e despertando a curiosidade nos romanos. Aquele movimento religioso se fortalecia apesar das perseguições sofridas. Pedro era, para os cristãos, a figura central do cristianismo nascente, pois não fora ele designado pelo próprio Cristo como o continuador de sua obra? Sobre Pedro, consequentemente, estava alicerçada toda a estrutura da nova revelação. Sua figura patriarcal, embora humilde, enternecia os irmãos de fé e despertava respeito nos demais que o ouviam. Sua fala clara, objetiva, cheia de vitalidade, não deixava dúvidas quanto às importâncias dos ensinamentos trazidos por Jesus.

      A cruz infamante não fora suficiente para enodoar as palavras do Messias, que pareciam gravadas no éter áurico do planeta, bastando alguém tocá-las para elas se expandirem em todos os ouvidos, tal qual a música suave ao som da harpa. E Pedro era, naquele momento, o músico a dedilhar o instrumento divina nas ruas de Roma. Sim, Jesus morrera, mas o seu ideal de amor continuava provando que os seus inimigos conseguiram matar somente o homem, mas não os seus ensinamentos. Numa de suas exposições, em praça pública, o velho Omar parou a fim de ouvi-lo. Dizia Pedro:

      - Irmãos queridos! A vivência nos ideais de Jesus nos pede, sobretudo, coragem, pois é necessária muita luta para mudar aquilo que acreditávamos ser o correto e no qual estávamos acostumados a viver, para iniciar uma nova trajetória que sequer imaginávamos pudesse existir: Jesus ensinava que deveríamos amar a todos como irmãos! Como conciliar esta ideia com a realidade dos nossos dias, quando os fortes caem sobre os mais fracos, escravizando-os como animais, ...